Crise fiscal afetar até serviços públicos e investimentos no RN e vira foco de debates na AL


A crise financeira que resulta no atraso do pagamento da folha salarial dos servidores públicos, a escassez de medicamentos e falha no atendimento de pacientes na saúde e a baixa competividade e falta de investimentos públicos no Estado pautaram a crítica da bancada de oposição ao governo Fátima Bezerra (PT), na sessão da quarta-feira (2) da Assembleia Legislativo.

O deputado estadual Hermano Morais (MDB) endossou as críticas puxadas, inicialmente, pela deputada estadual Cristiane Dantas (PSDB), que questionou o fato do pagamento dos aposentados ficar sempre para o fim da programação financeira do governo.

O deputado Luiz Eduardo (PL) fez couro às críticas dos deputados oposicionistas, abordando questões relacionadas à área de saúde pública, como a escassez de 180 itens fundamentais para o atendimento de pacientes no Hospital Walfredo Gurgel (HWG), considerando “uma cara de pau” a narrativa do secretário da pasta, médico Alexandre Mota.

Segundo Luiz Eduardo, o governo Fátima Bezerra deixou mais de R$ 550 milhões de restos a pagar do orçamento do ano passado, enquanto a lotação nos corredores do HWG e nos corredores do Hospital Tarcísio Maia (HTM) em Mossoró ficam à espera de atendimento. “Nós temos mais de 40 mil cirurgias no passivo”, exemplificou.

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