A presidente Dilma Rousseff se reunirá nesta
semana com movimentos de esquerda para tentar mostrar respaldo social em uma
ofensiva contra as manifestações antigoverno marcadas para o dia 16 de agosto.
Para o governo, é importante sinalizar que Dilma
não está isolada, apesar do recrudescimento da crise política.
Em outra frente, num esforço para recompor a base
de apoio do governo no Congresso, a presidente também terá encontros
individuais com os líderes aliados para cobrar fidelidade nas votações.
Na avaliação da cúpula do Executivo federal, é
necessário apresentar um contraponto aos protestos. Ainda não há medição
interna sobre o público, mas projeções de bastidores apontam para uma grande
adesão.
Ministros e petistas afirmavam na semana passada
que, dado o grau de enfraquecimento do governo, um ato massivo pró-impeachment
poderia emparedar ainda mais a presidente. Alguns se arriscavam a afirmar que,
se não houvesse reação, poderia ser “o começo do fim”.

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