Em meio a mais grave crise do milênio
no Brasil, com inflação em alta e o “PIBinho”, o governo Dilma já torrou R$
13,95 bilhões desde o começo do ano e bateu o próprio recorde de gastos com
Bolsa-Família em apenas um semestre. Mantendo o ritmo de gastos de R$ 2,3
bilhões por mês e sem contrapartida de beneficiários, o bolsa-família não
sofreu cortes, ao contrário de áreas como educação, saúde e habitação.
O corte na verba do Programa de Aceleração do
Crescimento foi de 39% (R$ 25,7 bilhões). O bolsa-família gastará mais que isso
este ano.
Quatro dos cinco primeiros na lista de estados que mais levaram grana
do Bolsa-Família são do Nordeste. A região recebeu 60% do valor total.
Desde a
eleição da presidente Dilma, em 2011, o valor médio recebido por família subiu
mais de 77%, enquanto o salário mínimo cresceu 44%.

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