Hoje, um ano após a morte trágica do
ex-governador Eduardo Campos, não dá para esquecer aquela traumática manhã de
quarta-feira de agosto. O neto de Arraes, aos 49 anos, foi levado à eternidade
no dia seguinte após a histórica entrevista ao Jornal Nacional, da TV-Globo, na
qual cravou a frase antológica: “Não vamos desistir do Brasil”. Político por
vocação, economista por formação, Eduardo morreu no auge da sua carreira
extremamente bem sucedida, em que ensaiava o voo nacional rumo ao Palácio do
Planalto.
Num
País que, impiedosamente, costuma achar farinha do mesmo saco todos os
políticos, Eduardo Campos era para muitos uma ave rara. Jovem, dinâmico e
competente Eduardo deixa uma lacuna nesta nova geração e o povo brasileiro
sente falta de sua contribuição para um País melhor, mais justo e menos
desigual.
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