Relator da CPMI pede prisão preventiva de Lulinha, filho do presidente Lula


 
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), pediu em seu parecer final a prisão preventiva do empresário Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula. O relatório, no entanto, ainda precisa ser submetido à votação do colegiado.

No documento, Gaspar justifica o pedido com base na ida de Lulinha para a Espanha, argumentando que a saída do país teria potencial para comprometer a aplicação da lei penal. Segundo o relator, a viagem ocorreu no momento da deflagração da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, o que, em sua avaliação, configura "fundado receio" de tentativa de fuga ao alcance da Justiça.

"A saída do país no momento preciso da deflagração da operação ostensiva, associada ao conjunto probatório descrito, configura fundado receio de que o indiciado busque subtrair-se à incidência da lei penal, preenchendo o pressuposto para a decretação da custódia cautelar", afirma Gaspar no parecer.

Além do pedido de prisão preventiva, Alfredo Gaspar recomendou o indiciamento de Lulinha por tráfico de influência, lavagem ou ocultação de bens, organização criminosa e participação em corrupção passiva. Ao todo, o relator sugeriu o indiciamento de 216 pessoas.

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